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No ensino técnico e profissional de qualidade, desde 1990.

 
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Pelo Código dos Contratos Públicos (CCP), todas as compras por entidades públicas deverão ser realizadas por via eletrónica em Plataformas Eletrónicas de Contratação, pelo que a ETLA adotou a Plataforma Eletrónica de Contratação vortalGOV.

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Escola Tecnológica do Litoral Alentejano

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Bolsa de Mérito ETLA - aicep Global Parques 2015/2016

globalparques

A aicep Global Parques, a exemplo de anos anteriores decidiu atribuir no presente ano letivo a Bolsa de Mérito ETLA - aicep Global Parques, no valor de € 5.000,00 a serem distribuídos ao melhor aluno de cada curso finalista: Eletrónica Automação e Instrumentação, Informática de Gestão, Mecatrónica e Química Laboratorial/Industrial.

A Bolsa de Mérito é o corolário do reconhecimento do importante papel da Escola Tecnológica do Litoral Alentejano (ETLA) na formação de Técnicos Qualificados, indispensáveis ao desenvolvimento sustentado da região do Litoral Alentejano e na captação de novos investimentos para a Plataforma Portuária, Logística e Industrial de Sines.Os prémios serão entregues no Dia do Diploma, em 16 de Dezembro de 2016, nas instalações da ETLA.

O regulamento pode ser consultado em Regulamento Bolsa Mérito 2016 - AICEP GP

 
CTeSP de Automação, Robótica e Controlo Industrial na ETLA – 2.ª Edição
 

No passado dia 14 de Outubro, realizou-se na Escola Tecnológica do Litoral Alentejano (ETLA), a sessão de acolhimento da segunda edição do Curso de Técnico Superior Profissional (CTeSP), lecionado pela Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Setúbal. Esta segunda edição, vem confirmar o interesse já anteriormente manifestado pelos intervenientes, na continuidade deste curso.  Esta parceria celebrada com o IPS proporciona uma oferta formativa de grau superior em horário pós laboral, sendo catalisadora de mais e melhores competências sócio profissionais aos técnicos do tecido empresarial da região.

 

Na abertura do Curso estiveram presentes: o Diretor da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal (ESTS), a Direção da ETLA, os Responsáveis da Coordenação do Curso, o Corpo Docente e todos os Alunos que irão frequentar o curso. Este decorrerá nas instalações e laboratórios da ETLA e terá a duração de quatro semestres, sendo o último de estágio em contexto de trabalho.

 

As intervenções a cargo dos responsáveis das duas entidades evidenciaram a importância da realização deste Curso Superior na região do Litoral Alentejano, capaz de capacitar os Formandos com competências de nível superior, conferentes de 120 ECTS (créditos) e se for esse o objetivo dos formandos, incorporação direta no Ensino Superior com as devidas equivalências.

 

A ETLA deseja a todos, votos do maior sucesso.

 
As competências que nos faltam

As competências que nos faltamEntre 2011 e 2015, Portugal destacou-se como o país da União Europeia onde a proporção de população empregada no sector tecnológico mais cresceu face ao total do emprego nacional. Mas ainda assim, o país permanece na cauda da Europa (23ª posição) quando a análise foca a percentagem de emprego garantida pelas empresas tecnológicas em solo nacional (2,3%) e continua a ficar aquém da média europeia 3,5%). São precisos mais empregos e mais profissionais no sector tecnológico, mas recrutá-los pode não ser fácil. Não os há em número suficiente.

“A escassez de profissionais com as competências necessárias é o maior desafio que as empresas têm pela frente. A oferta de emprego e o mercado de profissionais disponíveis na área das Tecnologias de Informação estão muitíssimo desalinhados”, reconhece Joana Panda, team leader (líder de equipa) da consultora de recrutamento Hays.

Os números da Comissão Europeia comprovam-no. A previsão é de que em 2020, Portugal tenha um défice de cerca de 15 mil profissionais nas áreas tecnológicas e a Europa de 913 mil. Números que podem aumentar no caso específico português se, por exemplo, o país continuar a atrair investimento estrangeiro nesta área e a posicionar-se como um cluster para centros de competências e desenvolvimento tecnológico de multinacionais, sem conseguir reforçar o número de profissionais que forma anualmente nas áreas das tecnologias e engenharias. 

 

28.10.2016 | Por Cátia Mateus - LEIA O ARTIGO Expresso Emprego

 
 
 
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